quarta-feira, 20 de junho de 2012

Curso Rápido de Gramática





Curso Rápido de Gramática

Filho da puta é adjunto adnominal, quando a frase for:
"Conheci um político filho da puta".

Se a frase for:
"O político é um filho da puta", daí, é predicativo.

Agora, se a frase for:
"Esse filho da puta é um político", é sujeito.

Porém, se o cara aponta uma arma para a testa do político e diz:
"Agora nega o roubo, filho da puta!" - daí é vocativo.

Finalmente, se a frase for:
"O ex-ministro, Alfredo Nascimento, aquele filho da puta, desviou o dinheiro das estradas" - daí, é aposto.

Que língua a nossa, não?!

Papo dos Gêmeos


"No ventre de uma mulher grávida dois gêmeos dialogam:

- Você acredita em vida após o parto?

- Claro! Há de haver algo após o nascimento. Talvez estejamos aqui principalmente porque nós precisamos nos preparar para o que seremos mais tarde.

- Bobagem, não há vida após o nascimento. Afinal como seria essa vida?

- Eu não sei exatamente, mas certamente haverá mais luz do que aqui. Talvez caminhemos com nossos próprios pés e comeremos com a nossa boca.

- Isso é um absurdo! Caminhar é impossível. E comer com a boca? É totalmente ridículo! O cordão umbilical nos alimenta. Além disso, andar não faz sentido pois o cordão umbilical é muito curto.

- Sinto que há algo mais. Talvez seja apenas um pouco diferente do que estamos habituados a ter aqui.

- Mas ninguém nunca voltou de lá. O parto apenas encerra a vida. E afinal de contas, a vida é nada mais do que a angústia prolongada na escuridão.

- Bem, eu não sei exatamente como será depois do nascimento, mas com certeza veremos a mamãe e ela cuidará de nós.

- Mamãe? Você acredita em mamãe? Se ela existe, onde ela está?

- Onde? Em tudo à nossa volta! Nela e através dela nós vivemos. Sem ela não existiríamos.

- Eu não acredito! Nunca vi nenhuma mamãe, por isso é claro que ela não existe.

- Bem, mas ás vezes quando estamos em silêncio, posso ouvi-la cantando, ou senti-la afagando nosso mundo. Eu penso que após o parto, a vida real nos espera; e, no momento, estamos nos preparando para ela. "

E aí? Pronto para o renascimento? hahahahahah!!!!

Slow Cities



Incentivados pelo sucesso e apoio dos italianos ao Slow Food o movimento de Slow Cities se inciou pela Itália. As Slow Cities são caracterizadas por um modo de vida que apoia as pessoas a viverem mais compassadamente. As tradições e as formas tradicionais de fazer as coisas são mais valorizadas. Essas cidades se levantaram contra o mundo homogeneizado visto em outras cidades pelo mundo. Slow cities têm menos tráfego, menos ruído, menos multidões, valorizando um modo mais tranquilo de se viver. 

Pela massificação das informações erradas pode-se achar que isso não é possível. Que esse tipo de conceito é utópico. Mas não é verdade. É viável e de grande impacto na maneira de vermos a vida.

Não deixe de passar no site do movimento (http://www.slowmovement.com/slow_cities.php) e começar a se informar sobre o progresso desse tipo de projeto.

Slow Food


A filosofia da Slow Food defende a necessidade de informação do consumidor, protege identidades culturais ligadas a tradições alimentares e gastronômicas, protege produtos alimentares e comidas, processos e técnicas de cultivo e processamento herdados por tradição, e defende espécies vegetais e animais, domésticas e selvagens.

Reunindo mais de 100 mil associados ao redor do mundo, a rede de membros do Slow Food é organizada em grupos locais, que organizam periodicamente uma série de atividades como oficinas de educação alimentar para crianças, palestras, degustações, cursos, jantares e turismo enológico e gastronômico.

DEFESA DA BIODIVERSIDADE
Pretende-se desfrutar de excelentes alimentos e bebidas em conjunto com esforços para proteger os diversos grãos, vegetais, frutas e produtos animais tradicionais que estão desaparecendo em prevalência dos alimentos produzidos por agronegócios. Slow Food pretende proteger o patrimônio culinário e criou uma fundação voltada para preservação da biodiversidade.

EDUCAÇÃO DO SABOR
Esse movimento ajuda as pessoas a redescobrirem o prazer de alimentar-se e compreenderem a importância de entender de onde a sua comida é proveniente, quem faz e como é feita.

LIGAÇÃO ENTRE PRODUTORES E COPRODUTORES
Também organiza feiras, mercados e eventos locais e internacionais onde consumidores podem encontrar os produtores, além de provar alimentos de excelente qualidade.

CRITICISMO
Críticos do movimento alegam que como o Slow Food é contra alimentos produzidos em larga escala, monoculturas ou alimentos industrializados, o movimento estaria desencorajando o uso de alimentos mais baratos. A Slow Food responde que trabalha em prol da qualidade dos alimentos. O movimento defende a produção e consumo locais, o uso de alimentos tradicionais e a compra direta dos produtores, ações que tornam os alimentos mais baratos por depender menos de transporte e de produtos químicos para conservação e também por se tratar de uma cadeia de consumo mais curta e sem atravessadores. A Slow Food discute de modo mais aprofundado qual é o real custo do alimento, questionando, por exemplo, qual o custo ambiental dos alimentos produzidos em escala industrial, ou qual o custo para a saúde de quem consome alimentos industrializados. Além disso, defende que os agricultores e produtores devem ser bem remunerados pelo seu trabalho.

Para saber mais sobre ele, acesse http://www.slowfoodbrasil.com/


Sustentabilidade


Muito se fala sobre o assunto, mas poucos podem definir o que realmente significa esse conceito. Esta ideia foi utilizada pela primeira vez no Relatório Brundtland, publicado em 1987, sob o título de Nosso Futuro Comum, do qual cunhou-se o termo “desenvolvimento sustentável”, descrito como “o desenvolvimento que satisfaz as necessidades presentes, sem comprometer a capacidade das gerações futuras de suprir suas próprias necessidades.”

A natureza deste relatório estrutura uma série de ações que, já na segunda metade do século XX, tem se tornado uma preocupação internacional com a questão dos limites que o crescimento humano impõe.

O conceito de sustentabilidade comporta sete aspectos principais:

1. Sustentabilidade Social - melhoria da qualidade de vida da população, equidade na distribuição de renda e de diminuição das diferenças sociais, com participação e
organização popular;

2. Sustentabilidade Econômica - públicos e privados, regularização do fluxo desses investimentos, compatibilidade entre padrões de produção e consumo, equilíbrio de balanço de pagamento, acesso à ciência e tecnologia;

3. Sustentabilidade Ecológica - o uso dos recursos naturais deve minimizar danos aos sistemas de sustentação da vida: redução dos resíduos tóxicos e da poluição, reciclagem de materiais e energia, conservação, tecnologias limpas e de maior eficiência e regras para uma adequada proteção ambiental;

4. Sustentabilidade Cultural - respeito aos diferentes valores entre os povos e incentivo a processos de mudança que acolham as especificidades locais;

5. Sustentabilidade Espacial - equilíbrio entre o rural e o urbano, equilíbrio de migrações, desconcentração das metrópoles, adoção de práticas agrícolas mais inteligentes e não agressivas à saúde e ao ambiente, manejo sustentado das florestas e industrialização descentralizada;

6. Sustentabilidade Política - no caso do Brasil, a evolução da democracia representativa para sistemas descentralizados e participativos, construção de espaços públicos comunitários, maior autonomia dos governos locais e descentralização da gestão de recursos;

7. Sustentabilidade Ambiental - conservação geográfica, equilíbrio de ecossistemas, erradicação da pobreza e da exclusão, respeito aos direitos humanos e integração social. Abarca todas as dimensões anteriores através de processos complexos.

terça-feira, 19 de junho de 2012

Fala sério!!!


Faria uma pintura diferente, mas o estilo está impecável.... Aliás, esse é o desenho de guidon que tenho na minha.... ;) Advinha onde a garupa vai.... hahahaha!!

Tudo é uma questão de criação


Clap! clap! Clap!


David Mann


segunda-feira, 18 de junho de 2012