segunda-feira, 25 de junho de 2012
domingo, 24 de junho de 2012
Freedom, man... Freedom
Jack Nicholson
You know, this used to be a hell of a good country. I can't understand what's gone wrong with it.
Dennis Hopper
Everybody got chicken, that's what happened. Hey, we can't even get into a second-rate hotel. I mean, a second-rate motel, you dig? They think we're gonna cut their throat. They're scared, man.
Jack Nicholson
They're not scared of you. They're scared of what you represent to 'em.
Dennis Hopper
Hey, man, all we represent to them is somebody who needs a haircut.
Jack Nicholson
Oh, no. What you represent to them is freedom.
Dennis Hopper
What's wrong with freedom? That's what it's all about.
Jack Nicholson
That's right. That's what it's all about. But talkin' about it and bein' it... that's two different things. It's real hard to be free... when you are bought and sold in the marketplace. 'Course, don't ever tell anybody that they're not free... 'cause then they gonna get real busy killin' and maimin'... to prove to you that they are. Oh, yeah, they gonna talk to you and talk to you and talk to you... about individual freedom. But they see a free individual, it's gonna scare 'em.
Dennis Hopper
Well, it don't make 'em runnin' scared.
Jack Nicholson
No. It makes 'em dangerous.
Free Hugs - Abrace essa idéia
Para quem não me conhece, esse vídeo é a minha cara..... hahahahahah!!!
All the Same
Sick Puppies
I don't mind where you come from
As long as you come to me
I don't like illusions I can't see
Them clearly
I don't care no I wouldn't dare
To fix the twist in you
You've shown me eventually
What you'll do
I don't mind...
I don't care...
As long as you're here
Go ahead tell me you'll leave again
You'll just come back running
Holding your scarred heart in hand
It's all the same
And I'll take you for who you are
If you take me for everything
Do it all over again
It's all the same
Hours slide and days go by
Till you decide to come
And in between it always seems too long
All of a sudden
And I have the skill, yeah I have the will
To breathe you in while I can
However long you stay
Is all that I am
I don't mind...
I don't care...
As long as you're here
Go ahead tell me you'll leave again
You'll just come back running
Holding your scarred heart in hand
It's all the same
And I'll take you for who you are
If you take me for everything
Do it all over again
It's always the same
Wrong or right
Black or white
If I close my eyes
I's all the same
In my life
The compromise
I close my eyes
It's all the same
Go ahead say it you're leaving
You'll just come back running
Holding your scarred heart in hand
It's all the same
And I'll take you for who you are
If you take me for everything
Do it all over again
It's all the same
Cry with me - Big Kenny
Cry With You | Music Video from Big Kenny Alphin on Vimeo.
Infelizmente não consegui a letra da música. Mas ele canta devagar, a letra é simples e dá para entender bem... E como diz o ditado: Uma imagem vale mais que mil palavras.... esse tem várias imagens....
Good things
Esse veio do blog de meu amigo LOM.... (http://www.lordofmotors.com/)...
Como disse no blog dele, nesse mundo em que os vídeos de segurança só parecem prestar para ver assassinatos, roubos, mortes e violência em geral, esse aí caiu dos céus....
Fiquei muito emocionado e espero que você também fique... e se possível, espalhe como puder essas imagens.... Isso é semente que dá fruto... ;)
A música também foi muito bem escolhida, pois fala de amor incondicional quando diz: See the man with the lonely eyes, Oh, Take his hand, you'll be surprised.
Give a Little Bit
Supertramp
Give a little bit
Give a little bit of your love to me
Give a little bit
I'll give a little bit of my love to you
There's so much that we need to share
So, send a smile and show you care
I'll give a little bit
I'll give a little bit of my life for you
To give a little bit
Give a little bit of your time to me
See the man with the lonely eyes
Oh, Take his hand, you'll be surprised
Give a little bit
Give a little bit of your love to me
Give a little bit
I'll give a little bit of my life for you
Now's the time that we need to share
So find yourself, we're on our way back home
Going home
Don't you need to feel at home?
Oh yeah, we gotta sing
You got a get a feeling.
Yeah, come along too.
Come a, come a, come a, come along.
Come along too.
For a long ride.
Come a long way
Sing it tonight
sábado, 23 de junho de 2012
Mario Ferreira dos Santos
Um tributo a esse que já foi dado como o maior filósofo Brasileiro, quiçá do mundo, no século XX. Esse homem analisou a obra de Nietzsche como nenhum outro. Nietzsche começou a ser mal compreendido quando o ideal do super-homem foi colocado como representado no sonho nazista. De lá para cá, com essa pecha, ele foi analisado erroneamente tantas e tantas vezes. Isso por que o ideal Nietzschiano é muito sério para ser compreendido pelo homem ordinário.
Mário Ferreira dos Santos foi um homem de tal magnitude, que ao analisar obras e obras filosófica, como uma grande mente, desenvolveu sua própria compreensão filosófica da vida que é chamada Filosofia Concreta. Abaixo, um excerto de sua obra.
Sobre Nietzsche (De um papel avulso sem data)
A leitura leve que hoje se costuma fazer, passando rápida sobre as linhas dos livros é a mais imprópria quando aplicada à sua obra. Há autores que nos exigem que assumamos a sua personalidade para fruir a essência de sua obra.
Nietzsche é assim; exige de nós uma entrega porque ele jamais se separa de sua obra.
É comum afirmarem que o ideal do super-homem nietzschiano está representado no sonho hitlerista. Nietzsche nunca desejou discípulos e, sempre afirmou, que ser-se discípulo é próprio dos medíocres. Pregou um homem senhor de si mesmo. E quando elogiou os fortes não elogiou a brutalidade. Queria homens fortes, mas era outra força além da dos músculos. A altivez por ele pregada aos homens é a altivez da dignidade. Pode ser-se digno até em andrajos. E quando combateu "a moral dos escravos", combateu os escravos que faziam uma moral de renúncia. Ele só admitia grandeza no escravo quando este se rebelava.
Aquele que aceita suas algemas e cria, para justificá-las, uma filosofia de algema, não é nietzschiano. Se Hitler prega a obediência cega de um homem-massa, sem vontade, que aceita um guia, um chefe, não é nietzschiano, porque Nietzsche combatia os guias como combatia os rebanhos. O super-homem não é o dominador de homens, o chefe, o herói. Nestes via Nietzsche algumas das virtudes que o super-homem deveria possuir. O escravo para rebelar-se, para conquistar sua liberdade, precisa ter as virtudes dos livres e dos dominadores. Era isso que ele pregava. O homem deve superar-se. Não queria que o homem se satisfizesse com a moeda falsa da felicidade da nivelação. Isso não bastaria. Sabia que se os homens atingissem uma época em que todos fossem economicamente iguais, havia possibilidade da ditadura da igualdade. E essa ditadura poderia querer tornar os homens semelhantes em série, por uma educação em série, por "estandardizações" que tirariam o poder criador o indivíduo, e entregando esse poder somente à massa. Nietzsche pregava um homem que, independente da igualização econômica continuasse homem para superar-se intelectualmente, quer em seus sentimentos, como em seus gestos e em suas virtudes. E se do hominídeo primitivo, através de uma lenta e milenária evolução, os precursores do homem chegaram até o "homo sapiens", queria e afirmava que o homem deveria ter a certeza que a sua evolução não havia parado aí. O homem prosseguiria evoluindo física e mentalmente como até aqui evoluíra. Mas nessa evolução, nesse progresso, deveria pôr sua consciência, já que adquirira a doença da consciência. Deveria pôr a sua vontade já que adquirira a virtude da vontade. A super-humanidade que ele acreditava era uma humanidade conscientemente desejada, forjada, realizada, cuja característica não seria a de uma humanidade-massa hitleriana. Seria uma humanidade-força, com um indivíduo senhor de sua vontade, empregando, ao menos, a consciência de sua vontade, para atingir superações de si próprio. O homem buscando sempre mais longe, mais longe: isto é Nietzsche. E isso não é Hitler. Hitler é aquele filho espúrio que busca tragicamente uma paternidade. E a Nietzsche coube a grande decepção de ter sido o escolhido. Como ele se revoltaria se estivesse vivo, como protestaria com aquele seu tom alciônico e enérgico, e exigiria uma nova investigação de paternidade.
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